Antes de estações frias começarem, síndromes respiratórias causam 28 mortes

O outono começa só em março, trazendo períodos de temperaturas mais baixas que favorecem a circulação de vírus respiratórios, mas mortes por SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) causadas por esses agentes já somaram 28 em Mato Grosso do Sul, em janeiro deste ano. A quantidade aparece no último boletim da Secretaria Estadual de Saúde, divulgado ontem (6).

Entre os 11 vírus identificados no total de casos, oito eram H3N2 (subtipo do influenza B) e um era H1N1 (influenza A). Os outros 17 não foram especificados ou aguardam classificação final.

Até 17 de janeiro, a quantidade de mortes relacionadas ao influenza era duas, também de acordo com o boletim estadual.

O número de internações por SRAG este ano totaliza 257, sendo 26 confirmados para influenza. Bebês de até um ano foram os que mais precisaram de internação (19,07%). Entre os óbitos, a maioria tinha 80 anos ou mais (35,7%).

Influenza no Estado

No ano passado, o H3N2 provocou 10 mortes no Estado. Em  relação ao vírus influenza, o que mais causou óbitos foi o H1N1. O número foi de 127, um recorde na série histórica monitorada pela Secretaria Estadual de Saúde desde 2009.

Vacina

A vacina contra o vírus influenza para 2026 ainda não está disponível nas unidades de saúde. No ano passado, a aplicação começou em 27 de março nos grupos prioritários.

 

Matéria: Campo Grande News

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