A Ecoa (Ecologia e Ação) apontou, na última sexta-feira (2), a possibilidade das chuvas diminuírem no Pantanal a partir deste mês. Segundo a ONG, um diagnóstico do CPC (Climate Prediction Center), dos Estados Unidos, indica que o fenômeno La Niña segue atuando no Pacífico equatorial, mas a neutralidade deve ocorrer.
Conforme o estudo, a fase neutra entre o El Niño e a La Niña pode voltar a partir de janeiro, com probabilidade de 61%. Além disso, a publicação destaca que nada influencia mais o clima global do que as variações entre os dois fenômenos.
Assim, a Ecoa suspeita que a fase neutra — quando não há atuação predominante dos eventos climáticos — esteja ligada “de uma maneira geral e não absoluta, com chuvas menos intensas e secas na bacia do rio Paraguai, onde está o Pantanal”. Portanto, o volume pluviométrico da região pode diminuir.
A previsão inicial era de que a La Niña perdesse força entre o meio e o fim do verão no Hemisfério Sul, nos meses de fevereiro e março. O fenômeno é um padrão climático natural, marcado por temperaturas da água mais frias do que o comum no Oceano Pacífico equatorial. Em novembro de 2025, o índice variou entre -0,2°C e -0,7°C.
Fonte: Jornal Midiamax




















