Mato Grosso do Sul registrou 400 casos prováveis de dengue nas duas primeiras semanas epidemiológicas de 2026, segundo boletim divulgado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) nesta quinta-feira (22). Do total, 14 casos já foram confirmados até o momento. Não há óbitos confirmados nem em investigação relacionados à doença neste início de ano.
Os dados consideram notificações feitas até o dia 17 de janeiro, abrangendo principalmente a 1ª e a 2ª semanas epidemiológicas. A incidência estadual é de 14,5 casos prováveis por 100 mil habitantes, índice classificado como baixo.
Em números absolutos de casos prováveis, os maiores registros aparecem em Sidrolândia com 49 casos, seguido de Dourados com 37 e de Maracaju com 35 prováveis. Aparecem ainda em números relevantes Brasilândia (23 casos), Sete Quedas e Três Lagoas (18). Já em Campo Grande foram contabilizados três casos prováveis, com incidência de 0,3 por 100 mil habitantes.
Situação da doença em 2026
Até o momento, foram 14 casos confirmados em 2026, sem registro de mortes. O boletim reforça que os casos prováveis incluem notificações em investigação e confirmações clínicas ou laboratoriais, podendo sofrer alterações conforme atualização dos municípios no sistema de vigilância.
O levantamento da SES também traz dados atualizados da vacinação. Mato Grosso do Sul já recebeu 241.030 doses da vacina contra a dengue enviadas pelo Ministério da Saúde. Desse total, 201.633 doses foram aplicadas até agora na população-alvo.
A vacinação é destinada a crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue entre jovens. O esquema vacinal prevê duas doses, com intervalo de três meses entre elas.
Segundo a SES, a situação epidemiológica segue sendo monitorada semanalmente, com os dados sujeitos a atualização conforme novas notificações forem registradas pelos municípios.
Fonte: Jornal Midiamax


















