O rendimento domiciliar per capita (por pessoa) foi de R$ 2.069 por mês no Brasil em 2024, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Em Mato Grosso do Sul, este rendimento médio foi de R$ 2.169, ficando em oitavo lugar no rankin dos estados e do Distrito Federal.
Entre as unidades da Federação, a renda varia de R$ 1.077 no Maranhão a R$ 3.444 no Distrito Federal.
Isso quer dizer que o rendimento do estado nordestino equivale a apenas 31,3% do registrado no local com o maior valor da lista.
A grande diferença entre o rendimento dos moradores do Distrito Federal é explicada por conta dos altos salários pagos aos servidores públicos de Brasília.
Os valores são publicados de forma resumida pelo IBGE em termos nominais. Nesse caso, o instituto evita a comparação com os anos anteriores, já que os dados não são corrigidos pela inflação.
A divulgação atende a uma lei que estabelece os critérios de divisão do FPE (Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal). As estatísticas são compartilhadas anualmente com o TCU (Tribunal de Contas da União) para a realização dos cálculos.
A renda domiciliar per capita divide o rendimento total dos domicílios pelo número de moradores dos endereços. Nessa conta, o IBGE considera os recursos obtidos com o trabalho e outras fontes.
A base das informações é a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, um dos principais levantamentos do órgão. Em 2023, o rendimento domiciliar per capita no Brasil havia sido de R$ 1.893, também em termos nominais, segundo o IBGE.
RENDIMENTO DOMICILAR PER CAPITA EM 2024, EM R$
- Distrito Federal – 3.444
- São Paulo – 2.662
- Rio Grande do Sul – 2.608
- Santa Catarina – 2.601
- Rio de Janeiro – 2.490
- Paraná – 2.482
- Mato Grosso – 2.276
- Mato Grosso do Sul – 2.169
- Espírito Santo – 2.111
- Goiás – 2.098
- Brasil – 2.069
- Minas Gerais – 2.001
- Tocantins – 1.737
- Rondônia – 1.717
- Rio Grande do Norte – 1.616
- Roraima – 1.538
- Amapá – 1.514
- Sergipe – 1.473
- Pernambuco – 1.453
- Paraíba – 1.401
- Bahia – 1.366
- Piauí – 1.350
- Pará – 1.344
- Alagoas – 1.331
- Acre – 1.271
- Amazonas – 1.238
- Ceará – 1.225
- Maranhão – 1.077
Fonte: Correio do Estado