MS lidera ranking nacional de embriaguez entre adolescentes

Em Mato Grosso do Sul, a taxa de adolescentes em idade escolar de 13 a 17 anos, com consumo excessivo de álcool atingiu 9,6%. Com isso, o Estado lidera o ranking nacional de embriaguez.

Os dados fazem parte da PeNSE (Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar) 2024, divulgada nesta quarta-feira (25) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). As informações são referentes a 30 dias anteriores à pesquisa, daqueles que consumiram 5 doses ou mais.

O índice é o maior do Brasil, superando a média do Centro-Oeste (8,4%) e a média nacional (6,2%). Entre os meninos sul-mato-grossenses, o comportamento de embriaguez é mais frequente, ficando em 10,8%. As meninas obtiveram taxa de 8,5%.

Ainda conforme a pesquisa, em 2° lugar está o estado de Sergipe, com 9,2%. Em seguida Acre, com 9,1%.

Cigarro eletrônico

Sobre os adolescentes que utilizam cigarro eletrônico, o índice é de 35,9%, deixando Mato Grosso do Sul em 2° lugar entre as Unidades da Federação.  O percentual também inclui vaper, pod, e-cigarrette.

Em 1° lugar está o Estado de Mato Grosso, com 36,7%. Com o mesmo percentual de Mato Grosso do Sul, estão Paraná e Distrito Federal. Ceará teve o menor percentual entre os estados, com 15,6%.

Em relação ao narguilé, Mato Grosso do Sul obteve percentual de 16,2%. Cigarros de bali, 2,6%; e cigarros enrolados à mão, 4,4%. Sobre pessoas que não usam nenhum tipo de produtos de tabaco, a taxa em MS está em 53,9%.

No Centro-Oeste, a proporção de escolares de 13 a 17 anos que já experimentaram cigarros eletrônicos é de 42%. Em 2019, esse percentual era de 23,7%.

Drogas ilícitas – Em relação aos adolescentes entre 13 e 17 anos que experimentaram drogas ilícitas alguma vez, foi registrado o índice de 8,3%, sendo o mesmo percentual da média nacional. Em Campo Grande, o índice fica em 8,5%. O Estado ficou em 12° lugar entre os estados.

Sobre os que usaram drogas pela primeira vez com 13 anos ou menos, Mato Grosso do Sul registrou taxa de 2,8%, um pouco acima da média nacional, que foi de 2,7%. Na Capital, o índice total registrado é de 2,5%.

A predominância fica no sexo masculino, com 3,2%, enquanto no sexo feminino o índice é de 2,3%.

Bebidas alcoólicas

Os que experimentaram bebida alcoólica alguma vez, o índice fica em 56,4%. Com isso, o Estado fica em 7º lugar, tendo o maior valor dentre as Unidades da Federação.

Ao se analisar o sexo, a maior proporção fica entre as meninas, com 60,4%, já entre os meninos 52,7%. Na Capital, o percentual total também fica em 56,4%.

 

Fonte: Agência Brasil

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