A terceira etapa da Operação Compliance Zero foi desencadeada nas primeiras horas desta quarta-feira (4) pela Polícia Federal. A investigação apura suspeitas de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos eletrônicos, crimes que teriam sido praticados por um grupo criminoso organizado.
Ao todo, estão sendo executados quatro mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão em endereços nos estados de São Paulo e Minas Gerais. As determinações judiciais partiram do Supremo Tribunal Federal.
A Suprema Corte também autorizou o afastamento de agentes públicos envolvidos, além do bloqueio e sequestro de bens que podem alcançar R$ 22 bilhões. De acordo com a PF, o objetivo é interromper a circulação de recursos ligados aos investigados e resguardar valores possivelmente relacionados às ilegalidades apuradas. As diligências contam ainda com o apoio do Banco Central do Brasil.















