Suspeitos de matar três policiais e colocar fogo em posto policial de Naranjito já foram identificados. O ataque ao posto localizado no departamento de Canindeyú, no Paraguai, aconteceu na noite de terça-feira (21). O posto fica próximo à fronteira com o município de Sete Quedas.
Durante coletiva de imprensa realizada na quarta-feira (22), o comandante César Silguero afirmou que já teria nomes de alguns supostos autores. Na ocasião, um grupo de 20 pessoas teria participado do ataque, que terminou com três policiais mortos e uma mulher ferida, além de viaturas policiais queimadas.
Segundo César, o grupo é categorizado como organização criminosa. “Temos informações sobre alguns nomes que podem fazer parte dessa quadrilha criminosa. Acreditamos que estamos lidando com uma organização criminosa que enviou mensagem ao atacar uma unidade policial que representa o Estado”, disse César.
Após o ataque, o esquema de segurança na região foi reforçado.
De acordo com o portal ABC Color, jornal paraguaio, o grupo chegou a pé e altamente armado ao local. Durante o ataque, usaram coquetéis Molotov e teriam colocado pano dentro dos tanques de combustível, para facilitar o incêndio.
Laudo
De acordo com Pablo Lemir, médico legista que atendeu à ocorrência, os policiais que morreram durante o ataque teriam sido baleados antes do incêndio no posto.
Pablo Lemir afirmou que um dos policiais teria sido atingido na boca e outro na cabeça.
De acordo com o médico, pela forma como os tiros foram efetuados, as mortes foram caracterizadas como execuções. Segundo Pablo, um segundo policial teria sido baleado nas axilas. Ele foi atingido por um segundo tiro, que teria sido disparado quando o policial já estava morto.
O terceiro policial também teria sido baleado na cabeça.
Durante o ataque, uma mulher que trabalhava como secretária no local também ficou ferida. Já um outro policial teria se fingido de morto e, com isso, acabou escapando dos criminosos.
Fonte: Midiamax

















