Mato Grosso do Sul registrou em maio de 2026 o menor desmatamento no Cerrado para o período desde 2022, segundo dados do Deter, do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). No mês, foram suprimidos 20,43 km² de vegetação nativa no bioma.
Apenas em maio de 2022 o índice foi inferior, com 17,26 km² desmatados. Em 2023, a área suprimida alcançou 38,97 km²; em 2024, 27,73 km²; e, em 2025, 29,83 km².
Entre as 13 unidades da federação monitoradas pelo INPE no Cerrado, Mato Grosso do Sul ocupou a sétima posição em área desmatada, ficando exatamente no meio da classificação. A maior extensão de vegetação suprimida foi registrada no Maranhão, com 334,12 km².
O monitoramento do bioma abrange Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Rondônia, São Paulo e Tocantins.
Em todo o Cerrado monitorado pelo INPE, foram desmatados 776,62 km² em maio de 2026, o menor volume para o mês desde 2022, quando haviam sido registrados 725,74 km². No acumulado de janeiro a maio, a área suprimida totalizou 2.660,32 km², também o menor patamar para o período desde 2022, quando o total foi de 2.612 km².
Apesar do recuo observado em maio, o acumulado do ano em Mato Grosso do Sul aponta um cenário diferente. Entre janeiro e maio de 2026, o estado registrou 97 km² de vegetação suprimida no Cerrado, superando os 86 km² contabilizados no mesmo período de 2025.
Matéria: Campo Grande Mews


















